Justiça do Rio decreta prisão do goleiro Bruno; mulher do jogador é presa


Redação 24 Horas News



A Justiça do Rio aceitou na manhã desta quarta-feira o pedido de prisão temporária do goleiro Bruno Fernandes, do Flamengo, feito ontem (6) pelo Ministério Público. O jogador é suspeito de ter envolvimento no desaparecimento de sua ex-amante, Eliza Samudio, 25. Até as 8h50, ele ainda não tinha sido preso.

Segundo o TJ do Rio, foi decretada ainda a prisão do amigo do jogador, conhecido como Macarrão. Os pedidos de prisão foram feitos ontem pelo promotor Homero das Neves Freitas Filho, que acompanhou o depoimento de um adolescente de 17 anos localizado na casa de Bruno que confirmou a morte de Eliza e deu detalhes sobre o suposto crime. A prisão temporária vale por cinco dias.

Policiais da Delegacia de Homicídios estavam em frente à casa do goleiro desde o início da manhã desta quarta-feira, mas o jogador não estava no local.

Na manhã de hoje, a mulher do goleiro, Dayane Souza, já tinha sido presa na em Belo Horizonte (MG). A prisão temporária foi confirmada pelo advogado de Dayanne, Ércio Quaresma Firpe. Ele não soube informar se o mandado foi expedido pela Justiça de Minas ou Rio.

O filho de Eliza foi localizado após o sumiço da jovem, com Dayane. Na ocasião, ela chegou a ser detida, mas foi liberada, em seguida, por não ter antecedentes criminais e o neném foi levado para um abrigo pelo Conselho Tutelar.

Depoimento

Depois de sete horas de depoimento, o adolescente deixou a Divisão de Homicídios do Rio pouco depois das 22h. Ele saiu por uma porta lateral, com o rosto coberto. De acordo com Neves, a versão apresentada por ele foi 'crível e razoável'. Mas o promotor não deu detalhes sobre o que foi dito pelo rapaz.

De lá o adolescente foi encaminhado para a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), onde aguarda a decisão sobre o pedido de apreensão.

Segundo a Polícia Civil, o adolescente afirmou que a coronhada dada por ele em Eliza não foi a causa da morte. O menor não explicou, porém, como ou onde a jovem foi morta. Disse apenas que ela chegou viva a Minas Gerais.

O advogado Ércio Quaresma Firpe, que defende Macarrão, disse ter sido informado por telefone sobre o conteúdo do depoimento. Segundo Firpe, o adolescente disse que 'quem fez o serviço [assassinato de Eliza] teria desossado o corpo e dado para alguns [cães] rotweilers comerem'.

Em entrevista à rádio Tupi, no Rio, um tio do adolescente afirmou que o sobrinho disse ter matado Eliza e sabia onde estava seu corpo.


Postado por: Cinthia e kimberlly

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